Isso tem que contunuar existindo.
“Cada dia a natureza produz o suficiente para nossa carência. Se cada um tomasse o que lhe fosse necessário, não havia pobreza no mundo e ninguém morreria de fome.”Mahatma Gandhi. PRESERVE
Este Coração nós temos que proteger.
Chamamos de meio ambiente a base natural sobre a qual se estruturam as sociedades humanas. O ar, a água, o solo, a flora e a fauna dão o suporte físico, químico e biótico para a permanência das civilizações humanas sobre o planeta. (Henri Acselrad, Meio ambiente e democracia. Rio de Janeiro: IBASE, l992). PRESERVE
Preserve o que é nosso!
“A responsabilidade social e a preservação ambiental significa um compromisso com a vida.” João Bosco da Silva. PRESERVE
Não cometa este erro. Água potável tem fim.
“O que eu faço, é uma gota no meio de um oceano. Mas sem ela, o oceano será menor.” Madre Teresa de Calcutá. PRESERVE
Ainda há tempo de recuperar este pulmão.
“A responsabilidade social e a preservação ambiental significa um compromisso com a vida.” João Bosco da Silva.PRESERVE
Se continuarmos neste ritmo, vamos deixar isso para nossos netos.
"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da Criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante" Albert Schweitzer. PRESERVE
Não podemos interferir no curso da natureza.
"Eu aprendi que não é o que acontece às pessoas que é importante para o meio ambiente, e sim é o que eles fazem sobre isso.” Luciano Pazuch. PRESERVE
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Planta sorgo sacarino pode ser alternativa na produção de etanol
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Cerca de 13 milhões de hectares de florestas são destruídos por ano
Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), investir em uma floresta saudável não é só vital para o bem-estar humano e ambiental, mas também crucial na transição para uma economia verde. O alerta foi feito devido a um dado alarmante: a mata está sendo destruída em um ritmo acelerado – são cerca de 13 milhões de hectares por ano. Para a organização, investir na gestão florestal e nas atividades de reflorestamento poderia contribuir significativamente na transição para uma economia verde – de baixa produção de carbono, com eficiência de recursos e socialmente inclusiva.
“Uma economia verde é aquela no qual o aumento da renda e de empregos é impulsionado por investimentos públicos e privados que reduzem as emissões de carbono e da poluição, aumentam a eficiência energética e dos recursos e impedem a perda da biodiversidade e dos ecossistemas”, conceitua o Pnuma.
Valor
O programa colaborativo das Nações Unidas sobre Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação Florestal (em inglês, Redd+) busca criar um valor financeiro para o carbono armazenado nas florestas, oferecendo incentivos para os países em desenvolvimento para reduzir as emissões e investir em tecnologias de baixa emissão de carbono para o desenvolvimento sustentável.
“O objetivo é incentivar os países em desenvolvimento a reduzir o desmatamento de modo que as florestas possam capturar mais carbono, suavizando as mudanças climáticas, para ajudar na adaptação desses países às mudanças climáticas e fazer uma contribuição para as suas economias nacionais”, afirmou o chefe do escritório do Pnuma que lida com as florestas e as mudanças climáticas, Tim Christophersen, durante o Fórum das Nações Unidas sobre Florestas (UNFF10), em Istambul, Turquia, finalizado o dia 19 de abril.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Mudanças nas zonas climáticas colocam espécies em risco
Assim, os autores afirmam que até o ano de 2098 cerca de 20% da superfície do planeta terá alterado de zona climática se for confirmado o cenário de aquecimento global mais pessimista (RCP8,5) segundo o Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas (IPCC) (veja o vídeo).
terça-feira, 23 de abril de 2013
Clima altera vegetação global
Mudanças climáticas são responsáveis por mais da metade das mudanças detectadas na vegetação mundial, dizem pesquisadores, e as atividades humanas por apenas cerca de um terço
Eles atribuem mais da metade das mudanças que detectaram aos efeitos do aquecimento do clima, com a população sendo responsável por apenas cerca de um terço das mudanças. Surpreendentemente, ainda falta a eles poder atribuir cerca de 10% das mudanças inequivocamente ao clima ou ao ser humano.
Eles declaram que seu trabalho representa um avanço científico, porque só recentemente passou a ser possível quantificar o quanto a variabilidade climática, a atividade humana ou uma combinação das duas são responsáveis pelo que está acontecendo.
Enquanto os pesquisadores, geógrafos da Universidade de Zurique, Suíça, e seus colegas da Holanda dizem que os últimos 30 anos tiveram mudanças substanciais, satélites durante esse tempo registraram como a vegetação se alterou.
Em um desenvolvimento impressionante e talvez inesperado, o grupo descobriu que enquanto a vegetação diminuiu ao sul do Equador, ela aumentou no Hemisfério Norte.
O clima é o que rege a atividade sazonal da vegetação. Nas latitudes médias úmidas, a temperatura é o fator que mais influencia o crescimento das plantas.
Em áreas majoritariamente secas, entretanto, é a disponibilidade de água, e, em latitudes altas, a quantidade de radiação solar que é a chave. E em qualquer lugar os humanos influenciam a vegetação de inúmeras formas – e são influenciados por ela.
Há evidências de que as extensões áridas do deserto do Saara já foram úmidas o suficiente para ter uma vegetação tão exuberante que o Saara era conhecido como o celeiro do norte da África.
Um processo inverso está ocorrendo na Groenlândia, onde o rápido aquecimento do Ártico significa que em algumas partes do sul da ilha, que já foi delimitada por gelo, vegetais agora crescerão.
O desaparecimento de florestas
A influência humana difundida em muitas partes do mundo é a pressão da crescente população humana e sua demanda por madeira para combustível e construção e por material vegetal para alimentação e forragem.
Os pesquisadores desenvolveram um modelo que pode mostrar as influências da atividade humana e da variabilidade climática na vegetação separadamente. Usando dados de satélite sobre o aumento ou declínio nos últimos 30 anos, medições climáticas e modelos, e dados sobre o tipo de cobertura de terra, eles concluíram que cerca de 54% das mudanças na vegetação global podem ser atribuídas à variabilidade climática.
Um dos relatórios, Relação espacial entre climatologias e mudanças na atividade da vegetação global, foi publicado no periódico Global Change Biology. O outro, Mudanças nas Tendências de Atividade da Vegetação Global, apareceu no Remote Sensing.
O principal declínio que eles detectaram tem acontecido no sul de Sahel, em países como Tanzânia, Zimbábue e outras partes da África Central.
“Supomos que isso foi causado pelo corte raso, pela transformação da floresta tropical em plantações ou por mudanças na agricultura em geral”, disse Rogier de Jong, estudante de pós-doutorado do Laboratório de Sensoriamento Remoto (RSL) da Universidade de Zurique.
Mas mesmo após identificar a diferença entre os hemisférios e as prováveis razões para isso, ainda há os 10% de mudança que o grupo não pôde explicar completamente tanto pela climatologia quanto pela atividade humana.
“Suspeitamos que isso é devido a efeitos inexplicáveis das interações entre humanos e o clima”, afirmou o diretor do RSL, Michael Schaepman.
Ele e seu grupo continuarão a trabalhar em um programa de investigação prioritária recém-criado em Zurique, o Global Change and Biodiversity, na tentativa de encontrar uma explicação para o que está acontecendo.
Traduzido por Jéssica Lipinski
Leia o original no Climate News Network (inglês)
Últimas três décadas teriam sido as mais quentes em 1400 anos
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Redução de proteínas na dieta de bovinos diminui custos e impacto ambiental
Por meio de ajustes na dieta de bovinos e ovinos, é possível eliminar excessos, economizar e poluir menos o meio ambiente, sem perder os requisitos nutricionais necessários ao crescimento e à produtividade dos animais.
Um dos defensores do novo conceito, o pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste Alexandre Pedroso aposta na redução do uso de proteínas na dieta de vacas em lactação. Testes feitos no sistema de produção de leite da Embrapa mostram que em muitos casos é possível diminuir o teor de proteínas da dieta sem comprometer o desempenho do animal.
As proteínas são os compostos mais caros na dieta animal, assim como ocorre na alimentação humana. Portanto, utilizar menos farelo de soja, farelo de algodão e farelo de amendoim, para citar as fontes de proteína mais comuns no Brasil, significa economia.
Na Embrapa Pecuária Sudeste, Alexandre fez um teste em 2012 num rebanho de 90 vacas em lactação, com produção média de 27 quilos de leite por vaca/dia. No período das águas, em que as vacas pastejam forragem de alta qualidade, foi possível diminuir a inclusão de fontes proteicas em 62 quilos por dia, aumentando o milho e reduzindo o farelo de soja. Isso representou uma economia de R$ 1,32 por vaca diariamente. No período, o dinheiro poupado totalizou R$ 24.870. E as vantagens não são apenas econômicas.
Eliminar o excesso de proteína da dieta significa menos nitrogênio excretado pelos animais. O nitrogênio é o principal elemento das proteínas, além de potencialmente poluidor de águas e solos. Experimentos semelhantes têm sido relatados por importantes publicações científicas e técnicas nos Estados Unidos. Na prática, para saber se seu rebanho consome mais nutrientes do que o necessário, é preciso contar com o auxílio de um profissional capacitado em nutrição animal, para avaliar a dieta.
Medidas simples - Eliminar o uso excessivo proteínas é apenas um dos itens estudados pela nutrição de precisão. Outras possibilidades são buscar a eficiência no uso de minerais e de energia, por exemplo. Para isso, segundo Alexandre, não são necessárias máquinas sofisticadas. "Nutrição de precisão é basicamente ser preciso ao alimentar os animais: elevar os padrões de qualidade, ter um controle rígido do fluxo de insumos, evitar desperdícios, entre outras medidas simples", explica.
Fonte: Embrapa
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Impactos negativos ao meio ambiente custam US$ 4,7 trilhões por ano.
Agricultura e Pesca
Foram analisados os setores de agricultura, pesca, florestas, mineração, exploração de gás e de petróleo e também a produção de cimento, aço, papel, celulose e petroquímicos.
A queima de carvão para geração de energia no leste da Ásia gera um gasto de US$ 453 bilhões por ano, segundo o estudo. O valor é estimado em cima dos impactos causados pela emissão de gases de efeito estufa e os custos para a saúde por causa da poluição.
Gado e Arroz
A criação de gado na América do Sul causa o segundo pior impacto ambiental, de US$ 354 bilhões todos os anos. No topo da lista estão ainda a produção de trigo e arroz na Ásia e a fabricação de ferro, aço e cimento.
A iniciativa Teeb lembra que a demanda do consumo deverá crescer nos próximos anos, com o aumento da classe média, especialmente em países emergentes. Por outro lado, é cada vez maior a escassez de recursos e a degradação dos ecossistemas.
Economia Verde
O relatório identifica riscos financeiros causados por externalidades ambientais, como mudança climática, poluição, e uso da terra. É sugerido ao setor de negócios e a investidores que levem em conta o impacto financeiro ambiental na hora de tomar decisões.
O estudo avaliou 500 setores de negócios. Para o diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner, os números do relatório ressaltam “a urgência em se fazer a transição para a economia verde, no contexto do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza”.
* Publicado originalmente no site Rádio ONU e retirado do site CarbonoBrasil.
(CarbonoBrasil)
Fonte: Envolverde


